Nem sol na eira nem chuva no nabal
Com a aprovação da semana das 65 horas pela Comissão Europeia, aconteceu o que já há muito tempo eu antevia, a derrota do modelo de organização social europeu perante a passividade de todos.
Sempre achei incongruente a postura das esquerdas, reinvindicativas da defesa do poder de compra dos cidadãos e da sua protecção social, desligada de uma postura proteccionista- há palavras que pareçem estar a arder no léxico politico- não é possivel defender o comércio livre e os direitos dos trabalhadores ao mesmo tempo.
Não há sol na eira e chuva no nabal.
Aí chegou o troco, a Europa das grandes empresas perde votações, como ontem na Irlanda, mas não se esquece de velar pelos interesses de quem realmente risca alguma coisa.
A esquerda teria feito um bom trabalho se o que estivesse em discussão fosse, não a semana das 65 horas, mas a taxação severa do comércio com os países que permitem semanas de trabalho com 65 horas.
Sempre achei incongruente a postura das esquerdas, reinvindicativas da defesa do poder de compra dos cidadãos e da sua protecção social, desligada de uma postura proteccionista- há palavras que pareçem estar a arder no léxico politico- não é possivel defender o comércio livre e os direitos dos trabalhadores ao mesmo tempo.
Não há sol na eira e chuva no nabal.
Aí chegou o troco, a Europa das grandes empresas perde votações, como ontem na Irlanda, mas não se esquece de velar pelos interesses de quem realmente risca alguma coisa.
A esquerda teria feito um bom trabalho se o que estivesse em discussão fosse, não a semana das 65 horas, mas a taxação severa do comércio com os países que permitem semanas de trabalho com 65 horas.
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