Quarenta graus
Voltei hoje á dureza de ser apicultor. Andar no campo a crestar ao calor.
Andei a penar até as onze da manhã, enfarpelado em roupa, a calma a chegar, os pés já pesavam toneladas e o coração em alvoroço, debaixo de um sol que parecia maldição. Por momentos, curtos instantes, cobiçei a vida do bancário, entre as suas quatro paredes climatizadas, a suspirar pelo "bom tempo" que está lá fora e que ele não pode usufruir.
Ainda assim, agradeço à vida não ter coleira nem dono.
Andei a penar até as onze da manhã, enfarpelado em roupa, a calma a chegar, os pés já pesavam toneladas e o coração em alvoroço, debaixo de um sol que parecia maldição. Por momentos, curtos instantes, cobiçei a vida do bancário, entre as suas quatro paredes climatizadas, a suspirar pelo "bom tempo" que está lá fora e que ele não pode usufruir.
Ainda assim, agradeço à vida não ter coleira nem dono.
3 Comments:
É a ti que deves essa liberdade. Como tenho muito medo de abelhas, fico muda de espanto pela escolha dessa profissão.
Abraço
~CC~
nem mais, amigo. e ontem quando te deixei ir, fiquei a pensar em ti, pela estrada fora...
Sempre foste assim, nem coleira nem dono. Isso faz de ti tb um homem livre, noutras coisas ainda mais importantes. Bjinho
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